Cuiabá/MT, 7 de março de 2026.

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Em 15 minutos, Nikolas expõe como a esquerda promove a desumanização dos conservadores

Em um vídeo de 15 minutos publicado em suas redes sociais no domingo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) abordou o que classificou como um “processo de desumanização” contra figuras conservadoras.

A narrativa foi construída com base em eventos recentes, como o atentado contra o comentarista político americano Charlie Kirk, ocorrido em 10 de setembro, em uma universidade do estado de Utah, nos Estados Unidos.

O parlamentar relacionou o caso à celebração pública de algumas mortes. Citou como exemplo declarações do escritor e jornalista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, sobre o ocorrido. De acordo com a exposição de Ferreira, essa dinâmica teria gerado, inclusive, ameaças diretas contra sua própria pessoa.

Como resposta, o deputado afirmou ter iniciado um movimento para estimular a demissão de pessoas que, em sua avaliação, festejam mortes por motivação ideológica, reforçando a desumanização dos conservadores.

“E dezenas já foram demitidos. Descobriram que são livres para falar o que quiser, mas a empresa também é livre para demitir quem quiser”, declarou Nikolas Ferreira no vídeo. Ele complementou: “Fiz um convite forte para todos que estavam comovidos e indignados. Seja a extrema direita que eles tanto têm medo”.

O conceito de desumanização

No material audiovisual, o deputado elaborou sobre a teoria do “processo de desumanização”. Ele afirmou que a prática foi utilizada por regimes comunistas após a Revolução Russa de 1917 e, também, pelo nazismo contra judeus. Segundo sua análise, a tática seria atualmente empregada por setores da esquerda ao rotular adversários conservadores como “extremistas”.

“Eles não matam você por ser extremista. Eles chamam você de extremista para poder te matar. A violência começa com a linguagem. As palavras usadas contra conservadores são munição pesada que muitas vezes sentenciam a sua morte”, disse o parlamentar.

Para embasar sua argumentação, Ferreira citou, além do atentado contra Kirk, o assassinato do político colombiano Miguel Uribe, a facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018 e o recente atentado contra o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em 2024.

O vídeo também incluiu trechos de declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, referindo-se ao ataque a Bolsonaro, e do influenciador digital Felipe Neto, que em determinado momento afirmou: “Alguém que gosta do Bolsonaro é uma pessoa sem o mínimo escrúpulo, sem decência, sem humanidade”.

A acusação de doutrinação 

Nikolas Ferreira argumentou que existe uma “programação mental” para que pessoas celebrem eventos violentos contra aqueles com os quais discordam. Segundo ele, esse processo ocorre por meio de uma ação coordenada.

“A força concentrada da grande mídia que fica falando a mesma coisa o tempo todo junto com o controle ideológico nas escolas e universidades e a atuação coordenada dos partidos cria um ambiente cultural perfeito para eles. Uma verdadeira fábrica de doutrina”, afirmou.

Sobre o caso Charlie Kirk, o deputado destacou que o comentarista era conhecido por defender “valores conservadores como família e liberdade de expressão”. Ferreira enfatizou que, em sua avaliação, Kirk nunca teria ameaçado ou praticado violência, sendo reconhecido mundialmente pelo “diálogo” em debates universitários.

Conclusão

O vídeo foi finalizado com um apelo para que as pessoas não se intimidem com ameaças e reafirmem publicamente seus valores. Nikolas Ferreira citou figuras como Jesus Cristo, mártires católicos e personalidades históricas como William Wilberforce, Martin Luther King Jr. e Dietrich Bonhoeffer como exemplos de resistência.

“Em outras palavras, ame e defenda sua família de forma extrema. Pratique a sua fé de forma extrema. Defenda a sua liberdade de forma extrema. Ou seja, siga fielmente, viva de forma coerente com seus valores de forma extrema”, convocou o deputado.

Sobre o assassinato de Kirk, Ferreira concluiu que o evento, em sua visão, teria um efeito contrário ao desejado pelos agressores.

“Eles tentaram calar uma voz, acreditando que iriam nos amedrontar. Mas pelo contrário, a morte de um dos nossos somente nos fortaleceu, porque sabemos que o verdadeiro legado não se enterra com o corpo, mas cresce na coragem de quem fica”.

FONTE : Gospel Mais

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