Segundo ele, na Grécia e em outros países, incluindo Bélgica, Croácia, República Tcheca, Dinamarca e Eslováquia, bens de consumo essenciais fabricados por empresas multinacionais foram vendidos a “preços excessivamente altos” em comparação com outros membros da UE.
Ele acrescentou que um dos principais motivos é o fato de as multinacionais terem imposto restrições territoriais de fornecimento nos mercados dos países da UE para tirar proveito de sua posição dominante.
A UE precisa demonstrar que pode “intervir de forma decisiva, rápida e eficaz” para resolver esses problemas.
“A recente crise inflacionária levou a uma erosão significativa do poder de compra dos cidadãos europeus e destacou, por um lado, o poder assimétrico de algumas grandes empresas multinacionais… e, por outro, o poder coletivo inexplorado de nossa União”, disse Mitsotakis.
A crise do custo de vida foi desencadeada por um aumento global da inflação, exacerbado pelos picos de preços de energia provocados pela guerra na Ucrânia. A Grécia teve o segundo menor nível de PIB per capita da UE em 2023, de acordo com dados do Eurostat.
Mitsotakis propôs impedir que empresas multinacionais vendam produtos de consumo idênticos com marcas diferentes em diferentes países da UE e o fortalecimento das leis de concorrência do bloco.
noticia por : UOL











