Cuiabá/MT, 8 de março de 2026.

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Fim de conflito Israel-Hamas parece distante, mas solução de "dois países" ressurge como cenário de paz

O terceiro cenário, temido pelos países ocidentais desde o começo da guerra, é o de uma escalada do conflito a toda a região com a entrada do Hezbollah libanês e seu aliado iraniano. Essa situação seria catastrófica, tanto pelas vidas humanas, quanto pelas perdas materiais.

O quarto, seria o de uma governança internacional de Gaza, como proposto pelo secretário-geral da ONU, António Guterres. Mas para os especialistas citados “não haverá coalizão internacional, enquanto não houver acordo de paz”.

Finalmente, o sexto cenário, o mais otimista, mas também o mais complexo, é o de dois estados. A revista lembra que os ataques de 7 de outubro colocaram no centro do debate as condições de vida dos palestinos. Por isso, este esquema, marginalizado nos últimos anos, é atualmente considerado como o único possível para conseguir a paz. Para alcançá-lo seria necessário desmilitarizar o Hamas, restituir a legitimidade à Autoridade Palestina e o fim do governo de Benjamin Natanyahu.

Conflito nas mãos dos EUA

Para a L’Obs, o destino do conflito está nas mãos do governo americano. A revista define a guerra como uma corrida contra o relógio entre um Exército israelense decidido a destruir as capacidades militares do Hamas e o momento em que os Estados Unidos não poderão mais assumir a tragédia humana e vão impor um cessar-fogo. Apesar de repreensões pelas mortes de civis, os Estados Unidos permitem que Israel continue os bombardeios, por ora. Para a revista, os dois países compartilham o mesmo objetivo, o de enfraquecer o Hamas.

noticia por : UOL

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