Cuiabá/MT, 9 de março de 2026.

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POLÍTICA

Raul Araújo assume cargo de Benedito Gonçalves e nova ministra toma posse no TSE

O novo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Raul Araújo, tomou posse no cargo que era de Benedito Gonçalves, nesta terça-feira, 21, ao lado de Isabel Gallotti, cuja cadeira de ministra pertencia a Gonçalves.

Agora, Araújo vai relatar as sete ações contra Jair Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O juiz votou contra todos os processos que poderiam prejudicar o ex-presidente na Corte.

O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, empossa a magistrada Isabel Gallotti no cargo de ministra do TSE – 21/11/2023 | Foto: Divulgação/TSE

Carioca, Isabel veio do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde está desde 2010. No TSE, o mandato da magistrada vai durar até 2025.

Formada em Direito pela Universidade de Brasília, Isabel tem anos de experiência como advogada, servidora do Ministério Público Federal e do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Fim do mandato de Benedito Gonçalves no TSE e “tapinha” de Lula

Em 9 de novembro, Gonçalves saiu do TSE, em virtude do fim de seu mandato. Dessa forma, retornando automaticamente para o STJ, de onde veio.

O ministro chamou atenção durante a campanha eleitoral, no ano passado. Na posse de Alexandre de Moraes na presidência do TSE, um vídeo mostrou o então candidato Lula dando “tapinhas” no rosto de Gonçalves, que responde “vou ligar, vou ligar”. O ministro também cumprimenta a ex-presidente Dilma Rousseff com entusiasmo.

“Missão dada é missão cumprida”

Gonçalves protagonizou outra polêmica. Na cerimônia de diplomação de Lula, em dezembro do ano passado, o microfone da mesa diretora do TSE registrou o magistrado falando a Moraes: “Missão dada é missão cumprida”.

Inelegibilidade de Bolsonaro

Por 5 votos a 2, o Tribunal Superior Eleitoral suspendeu os direitos políticos de Bolsonaro, por 8 anos – 22/06/2023 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por ser corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Gonçalves relatou todas as Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije). Em 30 de junho, o ministro votou pela inelegibilidade do ex-presidente, por causa de uma reunião com embaixadores.

A Aije é o único tipo de processo que pode levar candidatos à Presidência e à Vice-Presidência à inelegibilidade.

Na semana passada, Gonçalves acolheu a um pedido e impôs multa de mais de R$ 400 mil a Bolsonaro, além de tornar também inelegível o candidato a vice Braga Netto.

Leia também: “A bofetada do Benedito”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 165 da Revista Oeste

noticia por : R7.com

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