Cuiabá/MT, 9 de março de 2026.

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POLÍTICA

Clezão era arrimo de família, diz advogado

O advogado Bruno Sousa, representante do empresário Cleriston da Cunha (Clezão), preso no 8 de janeiro que morreu ontem, depois de um mal súbito na Papuda, disse que seu cliente era arrimo de família.

“Provedor total”, disse Sousa, a Oeste. “Ele tinha uma distribuidora de bebidas e atuava como encarregado de tudo.”

O empresário Clariston da Cunha detido no 8 de janeiro | Foto: Reprodução

Conforme Sousa, quando a polícia prendeu Clezão no Senado, a mulher, de 45 anos, e as duas filhas, uma com 19 e outra 22, assumiram o negócio da família, mesmo inexperientes. “Não tiveram outra alternativa”, observou o advogado. “Se não tocassem o negócio, poderiam passar fome.”

Sousa contou que as três tiveram ajuda de alguns parentes de Brasília, onde os Cunhas moram, e dos que vieram da Bahia. Essas pessoas auxiliaram na manutenção do imóvel, que é próprio.

Ainda segundo o advogado, ele alertou o Supremo Tribunal Federal oito vezes das condições de Clezão.

Providências para a família de Clezão

De acordo com o advogado, uma das opções sobre a mesa é pedir indenização ao Estado, pela morte do homem, que nem sequer havia sido julgado. “Se for cabível, pretendemos entrar contra o Estado, por causa de situações que analisamos ao longo do processo”, disse Sousa. “Mas ainda é cedo para falar.”

Embora o Ministério Público Federal descreva na denúncia que Clezão depredou o patrimônio público, como no Senado onde foi detido, o advogado rebate acusações de vandalismo.

Leia também: “O triunfo da injustiça”, reportagem publicada na Edição 182 da Revista Oeste

noticia por : R7.com

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