Cuiabá/MT, 8 de março de 2026.

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POLÍCIA

Juízes, delegados, policiais e idosos

“Poucas coisas precisam ser aprendidas para que um homem possa ter uma vida tranquila.” (Marco Aurélio, filósofo e imperador romano, 121-180).

É importante e louvável que as autoridades apliquem a lei com rigor. Quando um cidadão aciona à Justiça há esperança que seu prejuízo seja reparado: danos morais e materiais.

O cidadão que acompanha a evolução da sociedade reconhece a importância dos deveres e direitos, cumprimento das obrigações para existir boa convivência. É certo que, quando a pessoa é consciente que seus direitos individuais foram violados, na contrapartida se existir sentença justa, à luz do Direito a pessoa sente amparada.

As pessoas idosas que se dirigem a uma delegacia são sempre acolhidas por policiais. A polícia mesmo trabalhando no ‘limite’ mantém a serenidade e o profissionalismo com os pacientes.

Quando há lavratura de boletim de ocorrência – BO, o cidadão que foi desrespeitado evidencia: insegurança, medo, indignação após ter sujeitado a humilhações. Contudo, há esperança da pessoa, principalmente as idosas, que danos sejam reparados. Muitas vezes há transtornos emocionais quando o cidadão é abordado abruptamente.

Sugerimos que, antes de proferir uma sentença, as autoridades atentem para o trabalho investigativo, minucioso e eficiente dos policiais e delegados que trabalham juntos para esclarecer e elucidar todos os fatos e detalhes das ocorrências, onde podemos citar como exemplo o delegado Richard Damasceno Ferreira Lage e sua equipe.

Parabéns aos juízes que ficam antenados em todas as provas produzidas pela delegacia.

Graci Ourives de Miranda é professora e escritora.

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FONTE : ReporterMT

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